segunda-feira, 5 de outubro de 2009

like the good old times


Tu, só tu e sempre tu na minha cabeça. Às vezes preferia nunca te ter tido tão perto, nunca te ter tido, de todo. Gostei de ti uma, duas, três e até mil vezes. Mas agora, agora, só queria pensar em ti, mas isso já eu faço. Não só quando estou a dormir, não só quando estou acordada, não só quando tenho mil e uma coisas a ocupar a minha cabeça, não só quando o teu reflexo está no azul dos meus olhos, não só quando ouço as tuas músicas 25 vezes seguidas, mas sempre! Penso em ti a toda a hora. E será que é justo seres o meu único pensamento? Mas a vida não é nem nunca foi feita de justiça. Nada que valha realmente a pena é fácil, há que lutar para alcançar os nossos objectivos.
O meu objectivo neste momento é conseguir adormecer sem estar a pensar em ti! Já não precisava que me prometesses um conto de fadas, que me agarrasses com infinitas promessas e me dissesses que era para sempre. Eu já estava agarrada a ti. Eu já estava presa ao nosso ‘nós’. Era para ti que me virava, eras a única luz.
O que nos uniu foram mais que simples palavras, foi um sentimento. Um sentimento ainda bem presente. É complicado conseguir descrever o que nos uniu porque mais uma vez a única coisa que está presente na minha mente és tu. Tudo me lembra de ti, tudo mesmo.
Adorava o teu mau humor matinal e até a forma bruta como me dizias “epa eu quando acordo não vejo nada e não ouço nada!”. Sorte a minha que só te conseguia ver a ti, mesmo que por aquela noite a minha cama te tenha perdido. Agora que a minha cama te perdeu de vez eu sorrio. Sorrio quando me lembro das nossas mensagens parvas, das nossas discussões, da forma como conseguimos deixar o passado para trás e viver tudo de novo, tal como dizias “ like the good old times”. E agora, tenho o sorriso mais vivo e poderoso do mundo quando me lembro das tuas palavras “contigo tudo é diferente, é natural e dou por mim a pensar em ti em qualquer hora do dia”.
My little soldier, continuas aqui, a meu lado, sempre.
Portanto, a minha vida resume-se única e exclusivamente a ti. Fazes demasiada falta, “e se continuar assim é um absurdo ok ”, e se voltasses?

1 comentário:

Patrícia disse...

O que é realmente nosso, nunca vai embora para sempre : )

Fantástico *